E.A.: Capítulo 78, Revelações

   
Pov. Narradora

 

5th Outubro, 6:00 AM

O despertador de Molly começou a tocar, a mesma resmungou e esticou para por na soneca e dormir mais um pouco. Quando acho que conseguiria dormir mais um pouco, dois furacões chamados Izzy e Magnus adentram seu quarto e pulam na cama da mesma.

– NÃO! - Molly gritou e tapou a cabeça com o travesseiro.

Magnus e Izzy começaram a gritar.

– Sua vaca, porque não avisou que tinha chegado. - Izzy berrou e começou a pular na cama.

Molly tirou o travesseiro do rosto e olhou mortalmente para a mesma.

– Se quebrar minha cama, vai me comprar uma novinha. - Molly diz em tom de ameaçador.

– FAIRCHILD! - Magnus gritou em choque.

Izzy e Molly olharam para os dois preocupados.

– Izzy. Tchau. - Magnus diz e começa a puxar a mesma para fora do apartamento.

– O que? Porque? - Izzy perguntou sem entender a razão dele estar lhe expulsando do apartamento de Molly.

Molly fica sem entender a reação de seu melhor amigo que até se sentou na cama e olhou para a porta confusa. Magnus voltou para o quarto de Molly e a olhou com os olhos em choque.

– Porque está me olhando assim? Tem alguma coisa errada? - Molly perguntou preocupada e confusa.

Magnus sai do transe e fechou a porta do quarto, pois achava que assim poderiam ficar mais à vontade se um Isabelle achasse a chave, da chave reserva do apartamento de Molly.

– Vocês se ligaram. - Magnus diz subindo da cama e se aproximou da mesma.

Molly levou um tempo para entender que ele estava falando da mordida que Jonathan lhe deu em seu ombro a alguns dias atrás.

– Também. - Molly respondeu.

Magnus absorve a fala da amiga e logo lhe dá um tapa no braço.

– Aí! - Molly resmungou e esfregou o braço onde Magnus havia lhe dado um tapa.

– Sua vaca. Vocês estão namorando e nem me contou. - o mesmo diz indignado.

– Não contamos para ninguém. - Molly respondeu e fez bico. - apenas meu pai e a Dona Esme sabem que estamos juntos. E o Carlisle também sabe. - disse.

– E porque os raios estão se escondendo? - Magnus perguntou olhando para a sua melhor amiga.

Molly suspirou.

– Eu fiquei insegura. E preferimos namorar escondida - a mesma confessou e suspirou outra vez. - já vai fazer um mês e oito dias que estamos juntos. - contou.

– Pela mordida no seu ombro, presumo que você... - Magnus não concluiu sua afirmação.

– Nós dois perdemos nossas virgindades a quatro dias. - Molly revelou ao amigo.

Molly estava séria ao revelar a novidade, ela estava um pouco insegura com a reação do amigo.

– E como você se sente? - Magnus perguntou preocupa.

Molly ficou em silêncio, mas sorri ao lembrar dos momentos fofos e picantes que teve com seu companheiro.

– Pelo sorriso, percebo que estão bem. - Magnus diz e se aproxima mais da mesma.

Magnus vai para debaixo do cobertor e abraça a mesma.

– Estou feliz, se é isso que quer saber. Antes de vir para New York, combinamos de contar para nossas famílias que estamos juntos, mas tive que vir para cá e nossos planos foram adiados. - ela falou.

– E me conta como se sentiu, tendo sua primeira vez? - Magnus perguntou animado e curioso.

Molly riu.

– Foi muito romântico e Jonathan foi super carinhoso e gentil comigo. - a mesma revelou. - mas como era minha primeira vez, doeu quando ele me invadiu, mas depois ficou tudo bem. - contou.

Magnus fica todo animado.

– Por favor, me diga que repetiram a dose? - Magnus perguntou esperançoso.

Molly gargalha.

– É claro. Fez sol em Forks na segunda e terça. - Molly falou. - Jonathan e eu fugimos para Seattle para namorar. - contou. - comprei um apartamento e Esme me ajudou a decorar. - explicou.

– Nem me ligou para ajudar. - Magnus resmungou chateado.

– Não era para ninguém saber, mas sabe como meu pai é. - Molly falou. - e Esme percebeu que Jonathan estava muito estranho e acabou juntando um mais um. - disse.

– Bom... o importante é que você esteja feliz. - Magnus diz amoroso.

Molly sorri.

– Estou. - a mesma falou. - e já estou morrendo de saudades do meu gatinho - murmurou.

– Ohhhhh! Que fofo! Você deu um apelido para ele. - Magnus diz se derretendo todo,

Molly ri.

– Ele me chama de Joaninha. - a mesma contou toda apaixonada.

– Uhmmmm. Aí, sim vi amor. - Magnus murmurou e suspirou apaixonado. - quero conhecê-lo. Quero ver se ele vai cuidar muito bem do meu pãozinho de mel. - diz.

Molly gargalha alto.

– Tudo bem, mas não pegue muito pesado. - Molly pediu. - sabe que Jace, Izzy e Alec não pegaram leve com ele. - disse.

– A Izzy talvez passe um pano, mas aqueles dois... - Magnus diz se referindo ao namorado e ao cunhado.

Antes que Molly falasse mais alguma coisa, seu celular começa a tocar e pelo toque de meados, sabia que era Jonathan.

– Pelo visto é ele. - Magnus cantarolou.

Molly ignora o amigo e pega seu celular para atendê-lo.

 

_ Ligação On - Viva Voz _

– Espero não ter te acordado. - Jonathan murmurou do outro lado da linha.

Molly solta um risinho.

– Não me acordou, não. - Molly respondeu. - estou na cama, mas já estou acordada para me vestir, tomar café e ir para o instituto ou qualquer coisa que surgir. - falou.

Jonathan sorriu do outro lado da linha.

– Bom dia, Joaninha. - o mesmo desejou.

Magnus se derrete todo e quase fica em coma diabético.

– Bom dia, gatinho. - Molly desejou.

– Bom... liguei para lhe desejar um bom dia. E uma boa caçada. - Jonathan falou do outro lado da linha.

– Obrigada. - Molly agradeceu. - desejo uma boa aula. - falou.

– Bom... essa semana eu não vou à aula. - Jonathan falou.

Molly franziu o cenho.

– Porque? - a mesma perguntou estranhando.

– Tia Alice teve uma visão da Alicia me perturbando. Meu avô ligou para o colégio e disse que estou muito doente e mandou um atestado de uma semana. - Jonathan contou. - seu pai ligou para meu avô e pediu a mesma coisa, mas ele já tinha feito isso. - contou.

– Diga a Carlisle que sou muito grata. - Molly murmurou.

Jonathan sorriu do outro lado da linha.

– Vou dizer ao meu avô. - o mesmo murmurou. - com isso vou tomar conta dos seus gatos, seu pai não viu problema e pelo visto sua mãe sabe que estamos juntos. - comentou.

– Como você sabe que ela sabe sobre nós? - Molly perguntou preocupada.

– Ela me ligou e perguntou se não poderia ajudar com os gatos, presumi que ela sabe de alguma coisa. - Jonathan respondeu.

Molly suspirou.

– Tudo bem. - a mesma murmurou. - mais tarde ligarei para ela para ver com ela. - disse. - e obrigada por olhá-los para mim. - agradeceu.

– Será um prazer. - Jonathan sussurrou.

Molly arrepiou toda.

– Ligarei para você mais tarde ou apenas quando voltar da vigilância. - Molly falou.

– Tudo bem. Vou esperar sua ligação. - Jonathan falou.

– Se eu não conseguir ligar, mandarei mensagem para que não fique preocupado. - Molly falou.

– Certo. - Jonathan murmurou. - beijos. Te amo. - sussurrou.

– Beijos. Te amo. - Molly declarou.

_ Ligação Off _

 

Molly desligou a chamada.

– Minha santa purpurina! Você dois estão... - Magnus não conclui o raciocínio e suspira de amor,

– Pare. Está me deixando sem graça. - Molly falou e sentiu as bochechas quentes.

– Ai, meu docinho. Vocês são tão lindos. - Magnus diz e abraça a mesma.

Molly ri.

– Tudo bem. Agora me solte para eu poder me vestir. - Molly pediu.

A mesma se levantou da cama e vai para o banheiro.

– Vá atrás da Izzy. - Molly mandou em um grito não muito alto.

– Ta bem. - Magnus murmurou. - devo contar? - perguntou

– Não. Traga a mesma para cá. - Molly respondeu do banheiro. - veja se a Clary está junto com ela. - falou. - e não deixa o Alec ou Jace vir. E nem conte a eles. - pediu

– Ta bem. - Magnus respondeu.

Enquanto Magnus ia atrás de Izzy. Molly foi tomar um banho rápido.

 

_ Quebra de Tempo _

 

Assim que Molly saiu do banheiro, enrolada em uma toalha. Ela foi para o closet e vestiu uma calcinha preta, parecida com a que tinha dormido na noite anterior, procurou em seu guarda-roupa uma roupa que servisse para treinar, a mesma achou uma macacão preto que fica bem colado no corpo. Molly vestiu o mesmo e optou por um tênis preto.

Como ela não ouviu e nem sentiu o cheiro da Izzy e nem de Magnus, presumiu que tomaria café da manhã no apartamento de seu amigo feiticeiro. Saiu de casa e trancou a porta pondo a chave no pescoço, foi até a entrada que dá para o andar de cima, entrou e subiu as escadas. A porta da casa de Magnus está entreaberta.

– Estou entrando. - Molly enunciou a sua chegada.

Assim que Molly vê a mesa de Magnus, notou que não era somente Izzy que está sentada a mesma junto a Magnus. Jace, Alec e Clary estão na mesa. Abro um sorriso ao ver os meninos. Seu plano de fofocar tinha sido descartado, mas estava feliz em ver os dois.

– Olha que meus lindos olhos verdes estão vendo. - falei animada.

Alec é o primeiro a se levantar e vir até a mesma, ela o abraça apertado. Logo, o mesmo é puxado por um loiro, mal educado que abraça e dá um beijo estalado na bochecha da sua melhor amiga.

– Abusado. - Molly diz batendo em seu ombro.

Jace riu e Molly acompanhou sua risada.

– Você está diferente. - Alec diz observando a mesma.

Molly vai até sua prima e lhe beija a bochecha.

– Olha quem fala. - Molly retrucou olhando sua pele levemente bronzeada. - esteve no Brasil por acaso? - perguntou mais para provocá-lo.

Alec ficou vermelho.

– Deixem meu moreninho em paz. - Magnus murmurou agarrando o companheiro o deixando mais sem jeito.

– Magnus... - Alec pediu.

Magnus se desgrudou de Alec.

– O que temos para o café? - Molly perguntou. - estou faminta. - murmurou.

Com isso, seu estômago roncou.

– Não come a quantos dias? Estão com escassez de comida em Forks, é? - Jace perguntou para provocá-la.

– Não idiota. Apenas não comi no avião e nem quando cheguei de viagem. - Molly respondeu e lhe mostrou a língua. - estava irritada e cansada demais para me preocupar com meu estômago. - murmurou.

– O que ouve? - Clary perguntou preocupada.

– Antes de sair do avião, a aeromoça foi um pouco grossa e lhe ensinei a respeitar mais os seus futuros passageiros. - Molly contou. - depois um taxista foi rude e coloquei-o no devido lugar dele. - disse e soltou um leve rosnado de irritação.

– Porque mesmo você veio de avião? - Jace perguntou confuso sobre a decisão da mesma de não ter viajado de avião.

– Porque eu quis. - Molly respondeu e deu um olhar de aviso para Jace.

Jace passou os dedos sobre os lábios imitando um zíper para indicar que ficaria calado.

– OMG! - Alec exclamou.

Molly olha em sua direção e vê a mordida no ombro da mesma. Ninguém tinha percebido, apenas Magnus e ele.

O feiticeiro ao perceber o olhar do companheiro, chutou sua canela para fazê-lo desviar o olhar sobre meu pescoço.

– O que foi? - Jace perguntou ao ver Alec resmungar do chute que Magnus deu.

– Desculpa, querido. - Magnus pediu, fazendo com que a atenção fosse para eles.

– Tudo bem. Foi apenas um acidente. - Alec murmurou e resmungou.

Molly estava aliviada que ninguém percebeu o olhar dele sobre a mesma. Ela por sua vez, olhou nos olhos de Alec.

“ – Conto depois. E desculpa pelo chute que Magnus lhe deu. - Molly pediu na mente do mesmo”.

Alec, para não dar bandeira, piscou os olhos fortes indicando que tudo estava bem.

O café da manhã transcorreu super bem, entre conversas e provocações. Assim que terminaram, Alec e Molly saíram para resolver algumas questões importantes, além de, poderem conversar sobre a mordida no ombro dela.

 

[Nas Ruas de New York]

 

Molly e Alec estavam indo ao hotel Dumort, mas em um determinado momento, Alec parou e fez com que Molly parecesse.

– Algo está errado? - Molly perguntou ficando alerta e olhou para todos os lados.

– Não. Está tudo bem. - Alec respondeu para tranquilizar Molly.

Molly olhou para o mesmo sem entendê-lo.

– Então porque paramos? - a mesma questionou.

Alec achou que ela estava tentando desviar da questão que surgiu no café da manhã, mas Molly havia esquecido do episódio que Alec percebeu a mordida em seu ombro.

– A mordida em seu ombro. Como conseguiu? - Alec perguntou.

As bochechas de Molly ficaram de um tom leve de vermelho.

– Uhm. Isso. - a mesma murmurou e tocou em seu ombro onde está a mordida que Jonathan lhe deu para concluir a ligação de alma. - Jonathan e eu estamos juntos. - revelou.

Alexander arregalou os olhos em choque.

– Você teve sua alma ligada? - o mesmo perguntou surpreso.

Molly gargalhou.

– Pelo visto. Magnus ou seu irmão não contaram nada. - a mesma falou e sorri. - tive minha alma ligada a uma pessoa. - contou.

– Molly! - Alec exclamou indo até Molly e a abraçou feliz.

– Alac! - a mesma chamou a atenção do mesmo. - me solte. - pediu.

Ele a soltou e olhou em seus olhos.

– Estou tão feliz por você. - Alec falou feliz.

Molly olhou encabulada para seu irmão de coração.

– Pensei que teria uma reação diferente. - a mesma murmurou. - mas estou namorando... - contou. - às escondidas, mas estamos. - falou.

Alec franziu o cenho.

– Porque vocês estão escondendo o namorado? -Alec perguntou sem entendê-la.

Molly suspirou.

– Sabe que sou insegura. Fiquei com medo de me machucar e me decepcionar. - a mesma respondeu. - mas foi divertido ficar namorando a escondidas. Fizemos um mês e uns dias de namoro. - contou.

– E pela mordida no ombro vocês se ligaram. - Alec disse.

Molly não estava surpresa do mesmo saber disso sobre os Lupinos e sobre a ligação de alma.

– Pretendemos contar para as nossas famílias quando voltar de viagem. Estamos desde de Domingo juntos. - Molly contou animada.

– Estou feliz por você. - Alec murmurou. - e tem todo meu apoio. - disse.

Molly sorriu em agradecimento pelo seu apoio.

Os dois seguiram para o hotel Dumort para resolverem os problemas entre os vampiros e lobisomens.

 

6:25 PM

Quando Molly chegou em casa mudar de roupa para caçar demônios, a mesma decidiu ligar para a mãe e conversar com ela.

Molly ligou para o celular da mãe e a mesma atendeu no terceiro toque..

 

_ Ligação On, Margarida _

– Oi mãe. - Molly falou um pouco nervosa.

– Oi, filha. Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa? Está machucada? - Margarida perguntou em um fôlego só.

– Calma, mãe. Está tudo bem. - Molly respondeu para tranquilizá-la. - só queria conversar sobre algo. - falou. - está muito ocupada? - perguntou.

Margarida sorri do outro lado da linha.

– Podemos conversar, estou sozinha no quarto. - Margarida revelou. - bem... estou amamentando Gastón e não tem como ele contar para alguém. - diz.

Molly sorri.

– Bem... queria te contar uma coisa. - Molly diz. - talvez você até saiba, mas queria contar antes para você. - murmurou nervosa e aflita.

– Sabe que pode me contar qualquer coisa. - Margarida diz encorajando sua filha mais velha. - seja lá o que não me contou, pode me dizer. - incentiva a mesma.

– Jonathan e eu estamos juntos. - Molly contou. - já faz mais de um mês que estamos namorando escondido. - falou. - papai e Esme sabiam, mas guardaram segredo. Não fique bravo com ele, pedi para não dizer nada. - disse.

Margarida escuta a filha em silêncio e sorriu ao ouvir sua filha contar sobre seu relacionamento.

– Estou brava com seu pai, por ele ser um enxerido. - Margarida diz divertida. - fico feliz em ter me contado e confesso que já sabia sobre vocês dois. - contou. - vocês não foram muito sutis esses dias. - diz.

Molly ficou em silêncio e pensativa.

– Tudo bem. - Molly murmurou. - quando voltar vamos contar para todos. Era para ser hoje, mas os planos mudaram quando tive que viajar para New York. - falou para a mãe.

– Vocês quem decidem quando vão contar. - Margarida murmurou. - mas filha... estou feliz por você. Quero que seja feliz com Jonathan. - diz.

Molly sorri agradecida pelas palavras da mãe.

– Está feliz? Jonathan a faz feliz? - Margarida perguntou.

– Sim. Ele me faz muito feliz. - Molly respondeu e sorri. - Jonathan é muito respeitador e romântico, sem preza pelo meu bem estar e minha felicidade. - falou e suspirou. - mas ainda me sinto insegura com relação ao nosso relacionamento. - diz.

Margarida suspirou.

– Todo relacionamento tem seus desafios e dificuldades. - margarida murmurou. - terá momentos que você vai querer matar Jonathan por coisas pequenas e insignificante, mas não significará que vocês não se amam mais e sim ao contrario. - falou. - vocês são parceiros, cumplicie, amantes, melhores amigos, namorados, companheiro e daqui alguns anos marido e mulher. O que quero dizer é que não tenha medo de amar, Jonathan jamais deixará de te amar e você nunca deixará de amá-lo. - diz para a filha.

Molly escuta a mãe com bastante atenção e absorve tudo o que diz.

– Bem... Jonathan e eu completamos nossa ligação a alguns dias atrás. - Molly contou e suspirou. - e mesmo que ele me a segure que nunca me deixará, sempre tenho a sensação de que ele pode me deixar ou que a razão dele partir será algo que fiz. - murmurou angustiada.

Margarida ficou quieta e fica preocupada com os pensamentos da filha

– Meu amor, seja lá a razão de fazê-la ter esses pensamentos, por favor... esqueça eles. Jonathan jamais vai machucala intecionalente. - Margarida diz. - se um dia ele o fizer. É porque teve uma razão para tal ato. - falou. - nunca em sua existência, duvide do amor que os dois estão construindo, ele nunca diminuirá e sim aumentará. - aconcelhou.

Molly suspirou, pois sabia que toda aquele insegurança o culpado era seu tio Valentim.

– Obrigada, mãe. - Molly agradeceu.

– Imagina, minha filha. Sabe que sempre estarei aqui com você e para você. - Margarida diz. - e filha, quando é que você volta? - perguntou.

– Bom, planejei voltar na sexta para chagar no sábado, mas é bem provável que ficarei com o Jonathan até Domingo ou Segunda. - Molly respondeu. - se fomos voltar na segunda iremos direto para o colégio. - disse.

– Certo, filha. - Margarida murmurou. - tem mais alguma coisa que queira falar comigo. - perguntou.

– Não. Era apenas sobre Jonathan. - Molly respondeu.

– Não sei se ele lhe falou, mas pedi que viesse me ajudar com os gatos. - Margarida falou. - eles aprontaram na segunda e decidimos ficar mais atentos a eles. - contou.

Molly ficou preocupada no mesmo instante.

– O que eles aprontaram? Porque não me ligaram para falar? - Molly perguntou aflita.

– Foi apenas um susto. Kovu enfiou a cabeça na grade do andar de cima, mas seu pai conseguiu soltá-lo e o mesmo passa bem. - Margarida contou. - pedi para Jonathan se ele não poderia me ajudar, já que fiquei desconfiada e mesmo que não estivesse junto, pediria ajuda dele, pois não iria a aula essa semana. - falou.

– Jonathan me falou que ajudaria com meus gatos, mas ele não tinha me dito que era por isso. - Molly diz um pouco chateada.

– É porque ele não sabe. - Margarida exclareceu.

Molly se sentiu culpada em ficar brava com seu companheiro.

– Jonathan passa o tempo que passará o tempo do colégio comigo e me ajudo com os seus gatos. - Margarida explicou. - quando o pessoal tiver preste a chegar, ele vai embora. - diz.

– E provavelmente voltará a noite. - Molly diz.

Margarida ficou quieta, pois não disse nada sobre o período da noite.

– Bem... não sei sobre as noites, mas o combinado é na parte da manhã e uma parte da tarde. - Margarida diz.

– Talvez ele fique algumas noites também. - Molly falou. - qualquer coisa, fale com ele. - pediu.

– Cai caçar hoje? - Margarida perguntou.

– Daqui a pouco. - Molly respondeu. - vim em casa para me trocar. - disse. - fui no hotel Dumort para resolver uma questão dos vampiros e lobisomem. - contei.

– Certo. Tome cuidado. - Margaruida pediu a filha.

Molly sorriu.

– Pode deixar, mãe. - Molly murmurou.

Molly escuta um resmungo do outro lado da linha.

– Preciso desligar, filha. - Margarida falou. - Gastón começou a se irritar. - disse.

– Tudo bem, mãe. Até Domingo ou Segunda. - Molly falou. - beijo. Te amo. - murmurou.

Mais um resmungo vindo de Gastón.

– Beijo, querida. Também te amo. - Margarida diz.

_ Ligação Off _

 

Assim que Molly desligou chama, a mesma se levantou e foi se ajeitar para ir caçar. Naquela noite, eles iriam para o Central Pack.

 

 

 

 

 



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