E.A.: Capítulo 59, Primeira Vez +18

 


Esse capítulo possui cenas de sexo explicito. Se tiver menos de 18 anos passe esse capítulo, por favor!!!!

 

 

Pov. Molly

 

2nd Outubro, 3:02 AM

Estou bem no fundo da cachoeira, mas de repente, sinto braços firmes me rodearem minha cintura. Viro-me sabendo que era Jonathan, ele está sorrindo. Unimos nossos lábios e submergimos.

– Puta Merda. - soltei quando Jonathan rompeu o beijo e mordiscou meu pescoço.

Ele me pega pelo quadril e me fazendo rodear minhas pernas ao redor de sua cintura. Voltamos a nos beijar e o sinto se esfregar sobre minha calcinha em um vai e vem gostoso.

– Sabe que se continuar assim não conseguirei me controlar. - falei com a voz rouca.

Jonathan solta uma risada nasal e com sua velocidade vampiresca me leva até o outro lado da cachoeira onde tem pedras. Eles me põem em cima de uma delas e olho nos meus olhos.

– Você é perfeita. - Jonathan sussurra próximo aos meus lábios.

– Nem tão perfeita assim. - digo me lembrando das minhas costas.

Jonathan solta o rosnado, o mesmo mordisca meus lábios um pouco forte e me beija furiosamente. Gemi com a intensidade de seu beijo.

– Nunca mais diga isso. - Jonathan diz sério e olha bem fundo dos meus olhos. - você é a mulher mais maravilhosa que já conheci da minha vida. Você é gentil, carinhosa, elegante, linda, charmosa e muitos outros adjetivos. - murmurou. - as suas cicatrizes demonstra a mulher forte que você é. - falou.

Uma lágrima escorre pela minha bochecha e o mesmo limpa, capturando com os lábios.

– Eu te amo. - murmurei com a voz embargada.

Puxo Jonathan pela nuca e beijo seus lábios desesperadamente, o beijo é molhado e quente. Ele me pega pela cintura e pressiona com mais firmeza seu membro que está duro feito rocha. É enlouquecedor a movimentação dos nossos quadris, o calor e a queimação do meu baixo ventre é desesperador para encontrar o alívio que desejo.

Jonathan percebe que estou ficando sem ar. Então, o mesmo passa a beijar meu rosto, pescoço, ombro e seus lábios descem até chegar aos meus seios.

– Jonathan! - gemi quando ele passa sua língua gelada sobre meu seio direito, sua língua gelada causando um choque delicioso em meu clítoris.

– Sua pele tem um gosto e um cheiro delicioso. - Jonathan murmurou com a voz rouca, ele mordisca o bico do meu seio direito.

– Jonathan! - gemi desesperado. - você está... me deixando... louca. - digo um pouco mais alto, quando ele circula sua língua ao redor do meu seio e pinça o bico do meu seio esquerdo.

Meus pensamentos viraram gelatina e não conseguia pensar em nada coerente. Jonathan suga meu seios direito com mais força e faminto, isso me faz soltar um gemido misturado com um rosnado, ele passa a dar atenção para meu seio esquerdo e no meu seio direito circula com o dedo polegar e indicador, sem pensar em minhas ações e sim satisfazer meu desespero, coloco minha mão sobre os seu abdômen e desço minha mão esquerda até o cós de sua cueca, infiltro minha mão em sua cueca e segurou seu membro com pouco de força e firmeza. Jonathan mordeu com mais força o bico do meu seio esquerdo, mas não chegou a romper a pele.

– Molly! - Jonathan gemeu roucamente ao soltar meu seio, por ter segurado com mais força seu membro.

Sua respiração se torna pesada. Não solto seu membro e o mesmo encosta sua testa na minha, começo a subir e descer minha mão sobre seu membro com firmeza. Jonathan gemeu e capturou meus lábios furiosamente e faminto, ele move seu quadril sobre minha mão. Aumento a velocidade e o aperto, até que o sinto mais duro e pulsante.

– Molly! - Jonathan gemeu meu nome. - solte-me... se não... vou me desmanchar... em sua mão. - diz com dificuldade e com a voz rouca.

– Então pare de me torturar. -  ordenei para que me coma logo.

Jonathan rosnou e sobe meu corpo um pouco para cima da rocha, o mesmo faz o que não imaginava que faria...

 

Pov. Narradora

 

3:23 AM

Jonathan puxou com força a calcinha de Molly, rasgando a mesma em apenas um puxão.

– Jonathan! - Molly exclamou e repreendeu o companheiro, por ter rasgado sua calcinha.

Ele sorri malicioso antes que ela perguntasse ou questionasse qualquer coisa, ele abaixou o rosto na altura da sua b0c3t@ e passou a sua língua gelada sobre seus lábios v@gin@is. Logo em seguida, o mesmo suga seu clitóris com força.

– Jonathan! - Molly gemeu alto ao sentir um choque intenso em seu baixo ventre. - por favor... não pare... - diz com dificuldade.

Jonathan enfia um dedo dentro do canal v@gin@l da Molly, a mesma se contorce sobre a mão de Jonathan pelo prazer extremo que o mesmo está causando nela. Ele substitui seu dedo pela sua língua gelada, o mesmo lambe seu clitóris de baixo para cima avidamente e quanto mais Molly gemia, ele continuava a lhe dar prazer e começa a chupá-la intensamente.

– JONATHAN! - Molly gemeu enlouquecida. - estou... eu vou... - gritou perdida em prezar.

– Goza minha joaninha, se desmanche. - Jonathan comandou e enfiou dois dedos dentro dela e mordeu forte sei clitóris.

– JONATHANNNNN! - Molly berrou quando gozou na boca dele.

Ele lambeu e sugou a b0cet@ de Molly, a mesma ficou inerte no orgasmos intenso que teve, seu mente está em branco.

– Molly? - Jonathan chamou pela companheira.

– Estou bem. - Molly diz em um sussurro, por conta do prazer avassalador.

Molly sorriu e antes que Jonathan falasse alguma coisa, ela puxa o mesmo pela nuca e beija os lábios dele, a mesma sente seu próprio gosto através dos lábios do Jonathan.

Jonathan abraça a cintura da Molly e pressiona seu membro sobre sua b0cet@. Com isso, da mesma forma que ele rasgou a calcinha dela, Molly rasga a cueca de Jonathan com suas unhas. Ela segurou seu membro firmemente e começou a subir e descer lentamente. Ele sorriu durante o beijo e solta um gemido, ao quebrar esse contato, pode fazer um caminho de beijo indo para o seu seio.

– Apressadinha. - Jonathan diz em tom de brincadeira.

– Pelos anjos! - Molly exclamou. - preciso de você dentro de mim. - implorou em desespero.

Jonathan belisca o seio de Molly que gemeu alto. Ela continua a masturba-lo com a mão, o mesmo solta o seio dela e pega na mão da mesma que o está masturbando e a coloca em sua nuca, o mesmo olha nos olhos dela.

– Não desvie por nenhum segundo dos meus olhos. - Jonathan comanda e se esfrega sobre os lábios v@gin@ais de Molly.

Eles não desviam o olhar um do outro. Jonathan introduz seu membro devagar sem desviar seus olhos dos dela. A respiração de Molly muda e fica irregular. Jonathan continua até parar na barreira, parar no hímen dela.

– Molly. - Jonathan sussurrou com a voz rouca e encostou sua testa na dela.

Molly sorri e leva sua mão até sua bochecha para lhe fazer um leve carinho.

– Eu te amo. - a mesma murmurou.

Molly puxou o mesmo pela nuca e o beijou. Com isso, Jonathan a invadiu de uma vez e ficou imóvel quando o corpo dela reagiu a sua invasão.

Molly cravou suas unhas na pele dele e uma lágrima escorre lentamente pela sua bochecha. Jonathan quebrou o beijo para que ela pudesse recuperar o fôlego, ele ficou um tempo sem se mexer.

– Por favor. Mexa-se. - Molly pediu com a voz agoniada.

Jonathan a olha com preocupação.

– Estou bem. - Molly garantiu e rodeou suas pernas ao redor do quadril dele. - apenas se mova. - pediu mais uma vez desesperada.

Jonathan circula com seus braços na cintura de Molly e recua um pouco para voltar novamente, recua e volta mais uma vez de forma lenta.

– Jonathan... - Molly gemeu roucamente e olhou em seus olhos.

O mesmo sorriu e beijou sua boca com paixão e carinho. As estocadas que começaram lentas se tornaram fortes e certeiras. Ambos começaram a gemer e se beijar intensamente.

– Isso é... tão... bom. - Molly sussurrou e gemeu.

Jonathan beijou o pescoço dela e mordiscou o lóbulo de sua orelha.

– AAAA... Jonathan... - Molly gemeu e apertou mais ao redor da cintura dele. - por... favor... mais... forte... - pediu.

Jonathan a beijou, se movimentando com mais força e com mais rapidez. Os gemidos de ambos são ouvidos por toda a floresta, o contato de pele com pele, o balançar das águas e a lua testemunha o amor de ambos.

– Jonathan... - Molly gemeu. - eu... - não consegue dizer.

Molly revira os olhos.

– MOLLY! - Jonathan gemeu e aumentou a velocidade das estocadas quando sentiu que a mesma estava próxima do ápice.

Ele continua a socar incansavelmente e incessantemente. Quando os dois chegaram ao ápice do prazer.

– JONATHAN! - Molly gemeu.

– MOLLY. - Jonathan gemeu.

Eles gozam juntos olhando um para o outro e com as testas coladas. Minutos se passam até que as respirações normalizem.

– Molly... - Jonathan chamou pela mesma com preocupação, ele sentiu um leve cheiro de sangue e sabia que isso poderia acontecer.

Com dificuldade em respirar, Molly sorriu para o mesmo.

– Estou bem... - a mesma sussurrou e levou os dedos para seu rosto. - estou muito bem. - diz com sorriso nos lábios.

Jonathan suspira aliviado e encosta sua testa na dela.

– Você realmente está bem, né? - ele perguntou aflito. - não quero que minta para mim. - murmurou olhando nos olhos dela.

– Arde um pouco, mas ficarei bem. - Molly murmurou e sorriu com o jeito fofo dele. - acabei de perder a virgindade, tenho certeza que estou bem na medida do possível. - falou.

Molly põem levemente seus calcanhares nas nádegas dele e o trás mais para si, isso o faz entrar mais dentro dela.

– Molly... - Jonathan engoliu com dificuldade e prendeu um gemido.

– Eu estou bem. - Molly diz. - mas acho melhor sairmos da água. - murmurou.

Jonathan suspira e beija seus lábios. Antes de sair da água, ele sai de dentro dela e com sua velocidade vampiresca, o mesmo tira ela de dentro d’água e a coloca sobre um pedra que tem próximo a cachoeira.

– Você realmente está bem? - Jonathan perguntou outra vez.

– Você tem que parar de se preocupar. Já disse que estou bem, apenas estou um pouco cansada. - Molly respondeu.

Jonathan suspira e se afasta um pouco dela, o mesmo vai até sua calça e veste sem colocar a cueca, já que a sua tinha sido destruída pela Molly. Ele pegou a sua camisa e voltou para onde deixou Molly nua. Todos os movimentos dele foram acompanhados pelo olhar aguçado de Molly. Ela o acompanhou a sua volta com os olhos.

– Não tinha reparado, mas você tem uma bunda. - a mesma murmurou.

Jonathan para no lugar e apenas a olha para depois rir.

– Você não toma jeito. - o mesmo murmurou.

Jonathan voltou a andar em sua direção. Molly se levanta para que fique mais fácil colocar a camiseta dele.

– Obrigada. - Molly agradeceu a peça de roupa que tinha o cheiro dele com uma pitada de grama.

Jonathan sorriu e lhe deu um selinho. Molly puxa o mesmo para se deitar na pedra, mas o mesmo recua e a pega no coloca novamente.

– O que vai fazer? - Molly perguntou.

Jonathan sorriu e lhe beijou a ponta do nariz.

– Na grama é um pouco mais confortável. - Jonathan diz. - e para que a grama não encoste em sua pele, pode ficar deita em cima de mim. - murmurou.

Molly sorri.

– Como posso ter um namorado tão fofo e carinhoso? - a mesma perguntou olhando para ele.

Jonathan ri e beija seus lábios.

– Não sou fofo, apenas sou cavalheiro. - o mesmo diz e beija a ponta de seu nariz.

 

4:02 AM

Jonathan se deita na grama com ela em seu colo, o mesmo abraça a sua cintura e beija o topo de sua cabeça, quando Molly suspirou sonolenta.

– Duma. Já está bem tarde. - ele murmurou próximo ao seu ouvido.

Molly não disse nada, apenas fechou os olhos e logo pegou no sono.

 

 

 

 

 


Capítulo 58

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