2nd Outubro, 5:49 AM
Assim que o sol começou a nascer. Molly se remexeu sobre o corpo de Jonathan, quando alguns raios solares atingiram o rosto dela e a pele dele que apesar de ser um vampiro sua pele não brilhava por conta de seu dom.
Molly resmungou e torceu o nariz.
– A parte ruim de dormir ao relento é o amanhecer. - Molly diz com a voz rouca. - queria dormir mais um pouco. - murmurou.
Jonathan dá um risinho e beija o topo da cabeça dela.
– Bom dia. - Jonathan desejou.
Ele abraçou um pouco mais forte, mas Molly se virou de barriga para cima e se espreguiçou, ela sorriu e plantou um beijo no pescoço dele, assim como, mordiscou e chupou o lóbulo de sua orelha.
Os pelos da nuca de Jonathan se arrepiaram todo e recebeu um choque que foi em direção ao seu p@u. Ele soltou um chiado e virou seu rosto para capturar os lábios dela com ferocidade. O beijo foi quebrado quando Molly ficou sem fôlego.
– Dormiu bem. - Jonathan perguntou com a voz rouca e olhando nos olhos de Molly.
Ela sorriu para o mesmo.
– Maravilhosamente bem. - Molly respondeu em um murmuro e lhe deu um selinho. - você é um excelente colchão. - disse.
– Que bom que sirvo para alguma coisa. - Jonathan resmungou, fingindo estar chateado.
Molly rosnou irritada e em uma velocidade surpreendente, ela se sentou no colo dele e em cima de seu membro.
– Molly... - Jonathan chiou seu nome e resmungou.
Ele segurou a cintura da mesma com força para impedi-la de se mover. Molly sorriu e se inclinou para ficar próxima ao rosto de Jonathan.
– Você não serve apenas para ser um colchão, mas também é um excelente brinquedo. - Molly sussurrou em tom de brincadeira e para provocá-lo, a mesma mexeu seu quadril e esfregou sua b0c3t@ sobre seu membro por debaixo da calça.
A respiração de Jonathan ficou pesada. Ele mudou as posições deles e ficou por cima da mesma, mas tomou cuidado para não deixar todo seu peso em cima dela.
– Não provoque ou me atice mulher. - Jonathan sussurrou com o maxilar trincado e com as pupilas dilatadas.
– Vai fazer o que se eu não parar. - Molly desafiou o mesmo.
Com as pontas dos dedos, ela trilhou um caminho pelo corpo de Jonathan até chegar na calça dele, a mesma aperta o p3nis do mesmo por cima da calça.
Jonathan não impediu a sua ação dela, o mesmo cobriu seus lábios com sua boca em um beijo profundo e ardente.
Molly tocou o foda-se e dá um jeito de puxar a calça dele para baixo, liberou seu membro duro para fora e o agarrou firmemente.
– Você é perigosa. - Jonathan sussurrou e prendeu mais uma vez o lábio superior, mas logo largou seu lábio e trilhou beijos molhados pelo corpo dela.
Jonathan parou de beijá-la para retirar a sua camisa que tinha lhe prestado para ela dormir, assim que se livrou da roupa, o mesmo abocanhou o bico do seio esquerdo de Molly.
– PUTA MERDA! - Molly gritou e se contorceu desesperada, quando Jonathan mordiscou o bico do seu seio. - por favor, preciso de você... - gemeu desesperado.
Jonathan não perdeu tempo e com sua velocidade vampiresca, arrancou sua calça e antes que pudesse prepará-la. Molly mudou as posições e ficou por cima, a mesma sentou-se sobre seu colo e em cima do seu p3nis novamente. Ele fez menção de mudar as posições, mas parou quando ouviu um rosnado e viu os olhos dela brilharem em um tom de verde quase brancos.
– Molly! - Jonathan gemeu, quando ela começou a esfregar sua v@gin@ já húmida sobre seu p3nis.
– Shiuuu! Sou eu que estou no comando. - Molly diz com a voz rouca e perigosamente sexy.
Ela continuou a esfregar o sua v@gin@ em seu p3nis até que a mesma o pegou e guiou para sua entrada, Molly desceu devagar e olhando nos olhos de Jonathan e ele olhando nos olhos dela.
Jonathan aperta o maxilar e segura um rosnado, mas acaba escapando um resmungo, quando sentiu que estava todo dentro dela.
Molly soltou um gemido agudo, quando sentiu o membro de Jonathan bater no colo do útero.
– Você está me esmagando. - Jonathan diz com dificuldade e com a voz falha, ele solta um gemido rouco e curto.
Molly sorriu marota, ela beija os lábios dele e começa a se movimentar para cima e para baixo com lentidão.
Jonathan segura firme a cintura da mesma e a ajuda com os movimentos. Ele levantou seu tronco e quebrou o beijo para capturar um dos s3i0s dela.
– Jonathan... - Molly gemeu alto e jogou a cabeça para trás com o choque que sentiu.
Ela puxou os fios dos cabelos dele.
– Tão gostosa. - Jonathan murmurou contra seus s3i0.
Louco pelo desejo de prezar, Jonathan mudou as posições. Molly abraçou a cintura dele com suas pernas, mas ele colocou suas pernas sobre seus ombros para ter mais acesso a sua b0c3t@.
– Puta merda! - Molly gemeu e fincou suas unhas nas costas dele.
Quando ela fincou suas unhas nas costas dele. Jonathan aumentou a velocidade das estocadas e na precisão de onde estava sendo golpeada, ele acertava um ponto delicioso e desesperador, pois a cada arremetida dele.
– Pelo Anjos! Isso... é enlouquecedor. - Molly disse em um gemido e com dificuldade, a mesma rosnou pela sensação de ser invadida por ele.
O calor começou a se formar no baixo ventre de Molly e a mesma contraiu ao redor do membro de Jonathan, dentro de si.
– MOLLY! - Jonathan rosnou em um gemido, o mesmo se segurou para não morder seu ombro esquerdo.
Os olhos de Molly brilham e a necessidade de mordê-lo aumenta, ficando desesperado. Uma lágrima escorreu pela sua bochecha por causa da intensidade do prazer, mas principalmente da relutância em completar o vínculo.
Jonathan parou no instante que viu a lágrima escorrer pela bochecha de Molly. Logo um desespero o atingiu, ele aguçou seu olfato para identificar qualquer resquício de sangue vindo dela, pois em sua mente, o mesmo pensa que tinha a machucado, mas não sentiu absolutamente nada.
– Não... Pare.. - Molly pediu e engoliu em seco, por Jonathan estar parado dentro dela e causando pequenos espasmos.
– Te machuquei? - Jonathan perguntou aflito e angustiado.
Molly por sua vez, levou um tempo para absorver as palavras dele, quando percebeu que não era uma provocação, ela olhou em seus olhos.
– Estou bem. - Molly respondeu com a voz rouca.
– Então, porque está chorando? - Jonathan perguntou preocupado.
Jonathan beija a bochecha dela, limpando o resquício de lágrima que havia ali.
– É por estar reprimindo o desejo de mordê-lo e completar a nossa ligação. - Molly diz. - é enlouquecedor... desesperador... - confessou.
Jonathan absorve o que a mesma revelou. Ele a olhou nos olhos.
– Morda-me. - Jonathan diz.
Molly arregalou os olhos em choque, ela argumentaria, mas ele não a deixou.
– Quero ser seu companheiro para sempre. Assim como a quero ao meu lado por toda eternidade. - Jonathan murmurou sem desviar seus olhos dos dela.
– Você tem certeza? - Molly perguntou. - se fizermos isso, não terá volta. Será para sempre. - sussurrou insegura e com medo do que virá futuramente.
Jonathan sorriu e beijou seus lábios apaixonadamente e começou a se mover dentro dela.
– Tenho o mesmo desejo que o seu de lhe morder. - Jonathan sussurrou em uma confissão prazerosa, quando saiu quase todo dentro dela e voltou contudo.
Molly levou a cabeça para trás e rosnou em um gemido. Jonathan segura mais firmemente a cintura dela e aumenta o ritmo das estocadas. O prazer a deixa desesperada com a intensidade das entradas e saídas de Jonathan, estava sendo intenso demais.
Jonathan encostou sua testa na de Molly, a fazendo olhar no fundo dos olhos dele.
– Eu te amo. - Jonathan murmurou com os lábios próximo aos seus.
Molly sorriu apaixonada e os olhos delas pareciam linda estrelas brilhantes.
– Eu te amo. - Molly sussurrou rouca e soltou um gemido logo em seguida, quando Jonathan aumentou mais a velocidade das estocadas.
Os olhos dela brilharam, sua loba se faz presente em sua alma e corpo, ela leva o polegar para bochecha de Jonathan e revira os olhos por estar quase lá.
– Estou tão... perto... - Molly sussurrou e gemeu alto em agonia.
– Eu sei. - Jonathan rosnou em um gemido. - você está me apertando. - diz desesperado para se libertar mais uma vez dentro dela.
O desejo de se morderem voltou a brilhar na consciência e no íntimo de ambos. Jonathan acelerou as estocadas e usa a sua velocidade vampiresca para acelerar ainda mais os seus movimentos e chegarem ao ápice juntos.
– GATINHOOOO! - Molly gritou por seu apelido em um gemido agudo e desesperado.
– Morda-me. - Jonathan comandou em um tom autoritário.
Molly rosnou pela ordem do mesmo e quando Jonathan dá a última estocada certeira, os dois se entregam a um orgasmo intenso e avassalador ao mesmo tempo, os dois mordem suas presas no ombro, um do outro. A mordida causou um choque elétrico que percorreu o corpo dos dois, fazendo com que tenham um segundo orgasmo delicioso.
Jonathan ficou estático ao sentir o gosto do sangue de Molly. O sabor do sangue dela é tão doce que o deixa anestesiado, o mesmo solta lentamente o ombro dela e não lambe o ferimento, pois sabe que não pode fazer isso.
Ela solta o ombro dele ao mesmo tempo que ele e também não lambe o ferimento. Quando ela solta o seu ombro, Jonathan sentiu uma leve ardência em seu ombro, mas ignorei a leve queimação e olhei para Molly preocupado, até senti uma queimação dentro de si, como se algo em seu peito estivesse queimando.
Molly olhou nos olhos de Jonathan e começou a sentir uma ardência no peito e a mesma sabe que ele também está sentindo o mesmo e que algo diferente está lhe acontecendo.
A ligação começa a se completar, fazendo com que a ardência no peito deles parasse e apenas a respiração de ambos era ouvida. Jonathan conseguia ouvir as batidas do coração de Molly, dentro de si, que até parecia que era seu coração que voltou a bater.
A linha vermelha do destino de Molly e Jonathan se entrelaçam formando um nó inquebrável e resistente. Agora os dois conseguiam sentir as emoções um do outro, a alma um do outro e muitas coisas mais. Quando o vínculo deles acabou, Jonathan cobriu os lábios de Molly, antes que ela dissesse algo.
“ – Te amo. - Jonathan sussurrou na mente dela”.
Molly rompeu o beijo quando ouviu o mesmo em sua mente que estava fechada, mas que agora ele tinha acesso.
– Algo errado? - Jonathan perguntou confuso.
Ele ficou em silêncio. Molly olhou em seus olhos.
“ – Será que fiz algo errado? Será que a machuquei? - Jonathan se perguntou mentalmente e aflito”.
Molly sorriu e lhe deu um selinho.
“ – Posso lhe ouvir, meu amor. - Molly diz na mente dele”.
Ela não estava usando a telepatia para se comunicar com ele. A ligação deles, uniram as mentes deles. Jonathan franziu o cenho.
“ – Não estou usando meu dom. - Molly murmurou quando viu confusão em seu olhar”.
Jonathan arregalou seus olhos em choque.
– Como? - Jonathan perguntou em voz alta.
Molly ri e sorri para ele. Depois de alguns segundos, Jonathan compreendeu o que aconteceu com eles.
“ – A ligação. - Jonathan murmurou em sua mente”.
– Exatamente. - Molly confirmou. - podemos ficar na mente um do outro sem ninguém saber. É uma vantagem para os companheiros. - contou.
Jonathan sorri e dá mais um selinho na Molly.
– Te amo. - ele diz animado.
– Você pode fechar sua mente se quiser e quando quiser. É só pensar. - Molly falou. - é como se fosse uma porta imaginária. Pense em uma porta se fechando. - murmurou.
Jonathan sorri e beija levemente a ponta do nariz dela.
– Eu gosto assim. - Jonathan murmurou. - mas de vez enquanto podemos fechar as nossas mentes. - diz.
Molly sorriu e concordou com ele, ambos se beijaram e voltaram a namorar mais um pouquinho.

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