E.A.: Capítulo 65, Amor e Fofoca +18

Pov. Jonathan

 

2nd Outubro, 8:36 PM

Depois do episódio do restaurante e do cinema, decidimos ficar quietinho no apartamento, pois era melhor para nós dois.

Assistimos vários filmes de diversas categorias, um mais legal que o outro, namoramos em alguns momentos e estreamos nossa cama nova. Neste momento Molly e eu estamos deitados no sofá, abraçados e nus.

– Você não está com fome? - perguntei em um sussurro no pé de seu ouvido.

Os pelos da nuca de Molly se arrepiam todo, fazendo com que a mesma risse.

– Um pouco. - Molly sussurrou. - acho que pedirei sushi. - murmurou e se virou.

Ela beija meu lábios com fervor, o clima começou a esquentar. Molly sobre em meu colo e começa a se esfregar em minha ereção.

– Molly... - gemi e rompi o beijo migrando para seu pescoço. - e o sushi? - perguntei sem deixar de beijar seu pescoço e apertou um de seus seios.

– Que se foda o sushi... - Molly gemeu em desesperou.

Ri e mudo nossas posições para poder chupa-la.

 

_ Quebra de Tempo _

 

8:58 PM

Depois de nos amar intensamente no sofá, Molly ressona no sofá. Decidi pegar o celular e pedi comida oriental e como não sabia o que ela gostava, pedi um pouco de tudo e o que acha que a mesma fosse gostar de comer. Com o pedido feito, observo Molly dormir e meus olhos vão a mordida em seu ombro, onde a marca de meus dentes estão, sorrio ao lembrar do nosso momento na clareira e em como nós nos entregamos um ao outro, foi incrível e mágico a nossa conexão.

– Porque está tão pensativo? - ouço sua voz rouca me perguntar.

Sorri e vou até a mesma para abraçá-la, beijando seus lábios rapidamente.

– Estava apenas pensando em você. - murmurei com sinceridade.

Molly abre os olhos para me fitar, ela sorri e beija também rapidamente.

– Eu te amo. - a mesma sussurrou.

– Não mais que eu. - sussurrei e a beijei apaixonadamente.

Rompemos o beijo e ela se aconchega em meus braços.

– Você pediu comida? - Molly perguntou.

Sorri e beijei o topo de sua cabeça.

– Pedi. Deve demorar mais ou menos uns trinta minutos. - murmurei.

Molly suspirou.

– Então dará tempo de tomarmos um banho. - a mesma murmurou.

Ri.

– Com certeza. - sussurrei.

Molly dá risada e se levanta, deixando o lençol escorrer pelo seu corpo, deixando seus seios e corpo à mostra. Ela sai do sofá e vai na direção do corredor que dá para os quartos e banheiro.

– Você não vem? - Molly perguntou parando na entrada do corredor e me olhando por cima dos ombros.

Rosnei e a mesma saiu correndo na direção do banheiro, mas a pegou no colo com rapidez e a levou para o banheiro.

 

~40 Minutos Depois ~

 

Deixo Molly terminar de tomar seu banho, quando escuto o interfone tocar, o porteiro disse que o entregador estava aguardando. Então em minha velocidade vampiresca, visto uma roupa e saio do apartamento, desço pelo elevador e vou até a portaria. O entregador me esperava com meu pedido em mãos, pego e pago o que pedi, volto para o apartamento, onde encontro uma Molly sentada na ilha da cozinha mexendo no celular com apenas uma camisa de seda verde escuro.

– Está sem calcinha? - questionei ao passar pela porta e trancá-la logo que entrei.

Molly desvia sua atenção do celular para me encarar.

– Não vejo problema em não usar calcinha. Estamos só nós dois aqui. - a mesma respondeu com sorriso maroto.

Ri e balanço a cabeça descrente.

– Seu jantar chegou. - murmurei e me aproximei da mesma.

– Eba! - Molly comemorou.

Coloquei a sacola na mesa e Molly me olhou espantada.

– O que foi? - questionei com cenho franzido.

– Você vai comer comigo? - Molly perguntei.

Olho para a mesma como se fosse louca.

– Você pediu muita comida. - a mesma diz, esclarecendo e ri.

– É que não sabia o que você gostava e pedi o que achei que poderia ser gostoso. - falei um pouco sem jeito.

– Está tudo bem, estava apenas tirando onda com você. - Molly murmurou. - muito obrigada. - agradeceu e me deu um selinho.

Ela abre o saco e tira as embalagens de dentro, quando vejo ela por tudo em cima da mesa, percebo que exagerei.

– Vamos ver o que tem nesse. - Molly diz e abre uma das embalagens. - uhm... bolinho primavera. - murmurou.

Molly pegou um e comeu, a mesma gemeu deliciando.

– Isso é delicioso. - ela murmurou.

– Que bom que acertei. - falei e beijei o topo de sua cabeça.

– Vou ver o que tem nas embalagens e o que não quiser comer, deixo para amanhã. - Molly diz

Concordo com a cabeça. Molly abriu todas as embalagens e pegou o que queria.

Enquanto comia, peguei o que ela não comeria naquele momento e guardei tudo na geladeira.

– Aconteceram tantas coisas que esqueci de contar um fenómeno raro de acontecer. - Molly diz ao limpar a boca com o guardanapo.

– O que aconteceu? - perguntei curioso.

– Ellen, Lucy, Willy e Julie sofreram Imprinting com Apollo, Zack, Naomi e Allan. - Molly contou.

Arregalei os olhos em choque.

– É raro acontecer mais de uma Ligação de Almas ao mesmo tempo. - Molly contou. - mas foi muito bonito de presenciar isso, sempre quis ver ligações de almas se ligarem ao mesmo tempo. - contou.

– Eles são companheiros. - falou em choque, saindo da minha paralisação momentânea.

Molly gargalhou.

– Sim, gatinho. Eles se tornaram companheiros. - a mesma diz e sorri alegre.

– Caramba. - digo e me sento à sua frente na ilha da cozinha.

– Pois é. - Molly murmurou. - foi bem inesperado, estávamos correndo até chegar em uma clareira para encontrar com a alcateia do Jacob, meu irmão mais novo chegou primeiro, já os mais velhos ficaram para trás inclusive eu. Aí quando chegamos, já tinha acontecido. - contou.

– Caramba. - murmurei. - Edmund deve ter ficado louco. - digo.

Molly suspirou.

– Ele não gostou muito, mas não pode fazer nada. - Molly disse. - você ficou sabendo da confusão que ele arrumou com a Luna e a Sol? - perguntou.

– Soube por cima. - respondi e era verdade.

Jacob nos contou que Edmund confundiu Sol com a irmã gêmea e a acusou de trair Seth.

– Matteo ficou louco por acusar a Sol de traidora. Ele é super protetor com a irmã gêmea da companheira dele, se algo acontece com Sol, o mesmo já ativa o seu lado protetor. - Molly disse. - desde aquele dia, Matteo não suporta a presença de Edmund. - contou.

– Vish. - murmurei.

– Quando a meninas me contaram, fiquei louca também. - Molly disse. - onde já se viu dizer que uma pessoa traiu a outra sem ter uma prova concreta. - murmurou. - mas não passei pano para Luna, pois tanto lugar para namorar, tinha que ser no carro e no meio do mato. - falou.

Ri e sorri sacana.

– Você não pode dizer muito. - murmurei e gargalhei com a careta que a mesma fez.

– É diferente. - Molly murmurou. - nós sabíamos que ninguém apareceria na clareira. - argumentou.

Sorri e me estiquei para beijar seus lábios.

– Então, não seremos mais o casal novidade - murmurei.

Molly ri.

– Bom... teoricamente somos. Ninguém ainda sabe que estamos juntos. - a mesma diz.

Levantei uma sobrancelha.

– Bem... quase todo mundo não sabe. - Molly se corrigiu.

– E como foi a festa do pijama? - perguntei.

Molly arregalou os olhos.

– Foi incrível, mas você não sabe o que aconteceu. - Molly diz animada.

Franzi o cenho, pois soube que Edmund aprontou mais uma vez e não era motivo da mesma ficar feliz.

– Aconteceu outra coisa, além do Edmund invadir a festa que você preparou? - perguntei.

Molly torceu o nariz.

– Nem me lembre disso. - Molly falou. - meu pai está puto por ele ter aparecido nu na minha sacada. - disse.

– ELE O QUE! - exclamei e rosnou furioso.

– Não se preocupe que quando percebi que ele estava sem roupa, olhei para cima. - Molly diz para me tranquilizando

– Não é por causa disso que me descontrolei, mas sim pela falta de educação e vergonha. - falei me acalmando. - confio completamente em você e mesmo que olhasse sei que não significaria. - digo pegando sua mão e apertando.

Molly me olha emocionada e sorri para mim.

– Mas não foi isso que aconteceu. - a mesma murmurou. - a Tikki saiu e deixou o Plagg com os filhotes. - disse. - lembra que acabei ligando acidentalmente? - perguntou.

– Como poderia esquecer. - murmurei e ri. - você achou ela? - perguntei.

– Não sei o que ela foi fazer exatamente, acho que foi fazer suas necessidades fora de casa para poder ficar um pouco em paz. - Molly falou. - quando fui na sacada para ver se conseguia ver ela, a mesma voltou e vinha com um filhote de gato na boca. - contou.

– Mentira. - digo e ri.

– E não para por aí. A Tikki voltou mais quatro vezes e trouxe cinco filhotes de gato Bengala. - Molly contou.

Gargalho alto sem acreditar.

– Então agora você é vovó de mais cinco gatos? - questionei.

Molly sorri.

– Eu sou. E com muito orgulho. - a mesma diz.

Ri.

– Você tinha que ver aquelas coisas gostosas. Eles são de cores diferente e é como se a tinta da mãe deles tivesse acabado. - Molly contou animada. - o Plagg ficou olhando para Tikki como se ela fosse louca, mas a mesma nem deu bola. - falou. - os filhotes deles, ficaram curiosos, mas não ficaram arisco. O que é muito bom. - disse.

Olho para Molly e sorri ao ver a felicidade em seus olhos ao contar sobre a novidade.

– Sei que é louca ter tanto gato, mas não poderia jogá-los para fora de casa. - Molly falou. - eles pareciam ter acabado de nascer e acho que a mãe deles partiu. - diz sentida.

Me levanto e dou a volta na ilha, abraço Molly para confortá-la.

– Sinto muito. - murmurei. - mas pense que eles estão em um lar seguro, onde não serão machucados ou sofreram. - digo.

Vejo um sorriso de lado, a mesma se afastou e beijou meus lábios.

– Tem razão. Eles estão seguros. - Molly concordou.

O celular de Molly apitou, assim como o meu. Ela olha para o aparelho e fica preocupada.

– É meu pai. - a mesma murmurou.

Vou até meu celular para ver de quem era a mensagem.

 

Pai: Onde você está?

Pai: Sua avó disse que viajou!

Pai: Viajou para onde?

Pai: O que está acontecendo?

 

– É meu pai. - falei e ri.

– Porque está rindo? - Molly perguntou.

– Ele quer saber onde estou. E escreveu de um jeito que me fez imaginar a expressão facial dele. - murmurei.

Molly ri. Digitei rapidamente, dando uma resposta ao meu pai.

 

Eu: Estou bem, pai. Não se preocupe.

Eu: Diga à mamãe que estou bem. E para não se preocupar.

Eu: Amo vocês.

 

– E o que seu pai escreveu? - perguntei curioso.

A mesma sorri.

– Ele perguntou se estava bem. Esme avisou que estou com você. - Molly respondeu. - ele disse que Liam está louco comigo por ter fugido deles. - falou.

Fico sério.

– Não quero que brigue com seus irmãos por minha causa. - falei indo até a mesma.

– Não se preocupe. Não é a primeira vez que faço uma coisa dessas. - Molly diz. - eles sempre me obrigam a ir junto nas caçadas que eles fazem e quando estou satisfeita ou estou agitada, tenho o hábito de fugir para me esconder ou ficar sozinha. - falou.

Olho surpresa para ela.

– Porque faz isso? - perguntei.

Molly sorri.

– Meus irmão são um pé no saco as vezes. E quando eles são muito grudentos fico incomodada com o jeito deles. - a mesma respondeu e desviou seu olhar.

Olhei preocupada para ela.

– Você foge do amor deles. - falei e a mesma ficou tensa. - sabe que eles te amam né? - perguntei.

Ela me olha com os olhos cheios de lágrimas.

– Eu sei. - respondeu com a voz rouca. - mas também sei que decepcionei muito eles com minha ausência, escolhi ficar e ser uma Nephilim mesmo que minha mãe tenha sido expulsa. - falou.

– Se sente assim, por que ficou? - perguntei confusa.

– Por causa do Alec. - a mesma respondeu. - sempre fui para frente quando era criança, poderia me consideram uma criança meia vampira e meia humana. - disse. - quando olhei para ele, soube que meu destino era ficar ao lado dele e que faríamos coisas incríveis. - falou e sorriu, mas logo sumiu. - mas isso teve consequência, meus irmãos ficaram chateados com minha decisão quando era pequena. - murmurou.

Não sabia o que fazer, então abraço a mesma apertado.

– Está me apertando. - Molly diz baixo.

Afasto-me da mesma.

– Eles não te odeiam se está pensando nisso. - falei olhando em seus olhos. - eles têm orgulho da mulher que se tornou. E não importa da decisão que tomou, eles ficaram do seu lado no caminho que traçou, mas não souberam demonstrar. - diz. - e não deveria fugir de quem se ama. - murmurei.

Molly fungou, mas sorriu para mim.

– Obrigada. -  a mesma sussurrou. - você sempre está dizendo as coisas certas. - diz.

– É claro. Você não se enxerga como deveria. - digo para provocá-la.

Molly me olha indignada.

– Eu me vejo sim. - a mesma retrucou e fez bico.

Sorri e beijei seus lábios para desfazer seu bico. Ela quebra o beijo para brigar comigo, mas não a deixo fazer isso, levo a mesma para o quarto e a colocou delicadamente na cama sem quebrar o beijo. Nos amamos mais uma vez e com muita paixão.

 






Capítulo 64

Capítulo 66

Sem comentários: