E.A.: Capítulo 62, Precisamos de um Banho +18

Pov. Jonathan

 

2nd Outubro, 9:14 AM

Molly e eu decidimos passar esse domingo juntos, sem nos importar se seremos descobertos pela nossa família. Pensamos passar o dia em Seattle, mas como nossas roupas estão destruídas, liguei para minha avó (Esme) para pedir e trazer mudas de roupas e pares de sapatos. Estamos na floresta a alguns metros da estrada.

– Não deveria ter ligado para Esme. - Molly diz um pouco nervosa. - ela deve estar ocupada. - murmurou.

Olho para minha garota e sorri para a mesma ao perceber que está constrangida e envergonhada, é fofo a sua reação.

– Dá para você parar. - a mesma resmungou e me olhou feio.

Vou até a mesma e enlaço com meus braços ao redor de sua cintura, beijo a sua bochecha.

– Não precisa se sentir acuada e envergonhada. Esme é super tranquila, ela não vai te julgar. - digo sendo sincero e sorri-o.

Molly rosnou e consegue se livrar dos meus braços, me seguro para não rir de sua ação.

– Não estou com vergonha, nem acuada. - Molly diz emburrada. - talvez devêssemos ter ligado para meu pai. - falou.

Arregalei os olhos.

– Você está querendo ficar viúva cedo, mulher. - falei indo até ela e a abraço a sua cintura novamente. - ele me matará se souber que tirei a inocência da garotinha dele. - digo.

Molly riu.

– Besteira. Ela não matou o Scott por ter transado com minha irmã, Malia. E nem do Matteo. - Molly argumentou. - além do mais, meu pai é super tranquilo com relação às filhas namorarem garotos ou garotas. - disse.

Suspirei com sua fala e me senti mais tranquilo em saber que não morreria.

– Mas não posso dizer o mesmo com relação aos meus irmãos, Liam e Apollo. - Molly murmurou.

Olhei para ela sem piscar.

– Os dois são muitos ciumentos, mas talvez, eles não falaram nada com medo de mim. - Molly diz.

Essa informação faz com que meu corpo tremer todo. Ela sorri vitoriosa.

– Você só está me fazendo sofrer. - acusei e soltei um resmungo.

A loba má a minha frente sorriu sapeca para mim.

– Só um pouquinho. - ela respondeu em um tom sedutor.

Ela envolve seus braços ao redor do meu pescoço e fica com os lábios próximos aos meus.

– Mas não posso garantir que eles não te torturam ou falem alguma chantagem. - a mesma sussurrou com a voz rouca.

As suas pupilas dilataram e antes que diga alguma coisa mais para me provocar, beijo seus lábios com urgência e brutalidade. Molly solta um gemido abafado pelos nossos lábios. Separei bruscamente de seus lábios, quando escutei um barulho de folhagem e galho se partindo, viro-me na direção do som, me colocando na frente de Molly para lhe defender do ataque.

– Acalme-se Jonathan. - Vó pediu quando lhe mostrei os dentes e soltei um rosnado de aviso.

Vó sai de dentre as árvores.

– Desculpe Vó. - pediu envergonhado.

Volto a ficar ereto.

– Está tudo bem. - Vó diz e sorri tranquila.

Ela olhou para trás de mim... para minhas costas.

– Bom dia. - Molly murmurou olhando para minha avó e sorri sem jeito.

Minha avó sorri e não diz ou faz nenhum comentário.

– Trouxe as roupas que vocês pediram e peças íntimas. - Vó falou e estendeu o braço com duas sacolas na mão.

Pego as duas sacolas e olhei dentro delas, dou uma das sacolas com roupas femininas para Molly.

– Vou esperá-los no carro. - Vó falou um pouco incomodado com algo.

Antes que Molly disse algo, Vó já não estava à nossa frente.

Molly ficou parada olhando fixamente para onde minha avó estava. Aproximo-me dela e segurou sua mão direita.

– Está tudo bem? - perguntei preocupado.

Molly trás seu olhar para mim.

– Sim. Apenas estava distraída. - a mesma murmurou olhando em meus olhos.

– Tem certeza? - insisti. - sabe que minha avó...

Molly me interrompe.

– Não é nada disso. - a mesma diz. - sei que Esme está feliz por nós dois. - murmurou e riu sem jeito. - a questão é que estamos em uma situação preocupante. - falou. - até parece que caçamos demônios. - diz me olhando de cima para baixo.

Me afasto da mesma para poder olhá-la dos pés a cabeça, apesar de não estar com a pele suja, Molly está com as roupas sujas de terra e um pouco molhadas, em alguns lugares tem folhas.

– Acho que devemos tomar um banho, antes de colocar as roupas limpas. - falei olho para o estado das minhas roupas.

– Não era bem isso que eu quis dizer. - Molly disse. - quis dizer que Esme deve ter se assustado com nosso estado lastimável... - falou.

– Não queremos atrapalhar vocês... - Vó diz chamando a nossa atenção. - vocês deveriam ir em casa tomar banho. - falou.

Argumentaria, mas Vó levantou a mão para me impedir de falar.

– Fiz com que as crianças saíssem de casa. - Vó falou se referindo aos meus pais e meus tios. - ela andam muito tempo enfurnados dentro de casa e os mandei que fossem fazer algo mais produtivo. - diz. - todos estão fora, fazendo alguma coisa e somente Carlisle está em casa, já que não está de plantão hoje. - comentou - mas para não preocupar vocês, acho que Carlisle sabe ou desconfia de alguma coisa. E tenho certeza que não comentou com ninguém ou ficou pensando perto do Edward. - contou.

Fico surpreso com a revelação da minha avó, não tinha percebido que estava sendo bem óbvio. Talvez tenha sido pego na viagem de caça.

– Não vejo motivos dele não saber. - Molly murmurou de repente.

Viro-me e olhou surpreso para ela.

– Minha mãe também parece saber que tem algo acontecendo com nós dois, mas diferente do meu pai, minha mãe é mais discreta. - Molly diz rindo. - acho que podemos deixar mais na cara e ver se eles percebem. Seria divertido eles descobrirem por conta própria. - falei.

Pisco algumas vezes com o que ela disse e meu olhar vai em direção ao seu ombro, onde sei que a marca da minha mordida está. Olho outra vez para seus rosto e a mesma sorri tranquilamente.

– Tudo bem. - falei e sorri olhando em seus olhos.

– Que bom que acertaram. - Vó diz aliviada. - já estava pensando em como conversaria os dois a virem tomar banho.

Rimos pela reação da minha avó.

– Vamos. - Vó pediu dando as costas para nós.

Seguimos a mesma pelo caminho que tinha vindo, quando chegamos na estrada, vemos o carro no acostamento, passo na frente delas e abro a porta do passageiro para que Molly entrasse.

– Obrigada. - Molly agradeceu e me deu um selinho de agradecimento, antes de sentar no banco do passageiro.

Assim que ela se ajeitou no banco, não deu tempo de dar a volta e abrir a porta da minha avó, pois a mesma já estava abrindo a porta do motorista. Então, vou para a porta de trás e me sento no banco de trás.

– Podemos ir? - Vó perguntou olhamos para nós dois.

Assentimos com a cabeça. Vó da partida e vamos para casa.

 

_ Quebra de Tempo _

 

9:21 AM

Vó estaciona o carro em frente a nossa casa. Saímos do carro e ajudei Molly a descer do mesmo. Ela sorri para mim em forma de agradecimento. Antes que fossemos para frente da casa, vemos meu avô nas escadas.

– O que aconteceu com vocês dois? Rolaram na lama? - Vô perguntou abismado e se segurou para não rir do nosso estado.

– É que dormimos na floresta. - Molly respondeu um pouco sem graça.

Franzi o cenho.

– Desde quando sabe que estamos juntos? - questionei encucado.

Vô sorri brincalhão. Vó foi até o mesmo e beijou a bochecha dele.

– Desconfiei a algumas semanas e no primeiro dia da caçada, confirmei as minhas suspeitas. Aí tive certeza que Esme estava te ajudando. - falou.

Senti Molly ficar tensa.

– Não tem que se preocupar, querida. Não estou dando bronca. - Carlisle diz olhando para Molly que relaxa quando meu avô diz isso.

– Porque não vamos tomar banho. - sugeri e beijo o topo de sua cabaça.

– É uma boa ideia. - Vó diz, nos olhando dos pés à cabeça.

Olhamos para eles.

– Não sinto nenhum mal odor vindo de vocês, mas o estado das roupas de vocês é despertado. - Vó falou e torceu o nariz com a nossa aparência.

Molly não consegue se segurar e ri.

– Devemos estar medonhos. - Molly diz.

– Você está linda. - digo a elogiando.

Molly me olhou com a sobrancelha erguida.

– Sua opinião não conta. - Vó diz.. - qualquer coisa que Molly estiver vestida, você dirá que ela está linda. - falou.

– Vamos, antes que receba mais pedrada. - digo emburrado com meu jeito cavalheiro.

Molly ri mais uma vez e a arrasto para dentro de casa.

– Bom dia, Carlisle. - Molly deseja em um tom um pouco mais alto.

– Bom dia, querida. - Vô respondeu de volta.

Guio Molly até meu quarto, fecho a porta e tranco a mesma. Olho para a mesma que está sorrindo debochado.

– O que você vai aprontar? - questionei indo até a mesma.

– Nada. Não estou aprontando nada. - Molly diz e sorri.

Ela rodeou os braços ao redor do meu pescoço.

Ri e segurei a sua cintura, beijos seus lábios com vigor. Molly quebra o beijo e se afasta indo na direção do meu banheiro.

– Você está me provocando, Joaninha. - acusei.

Molly para na porta do banheiro e antes de adentrar o banheiro, ela olha por cima dos ombros, vê o resquício do seu sorriso maroto.

– Se quiser me acompanhar no banho, fique a vontade. - Molly falou em tom malicioso.

Ela pisca para mim o que me faz rosnar já ficando excitado. Vou até a mesma com rapidez e a pego na cintura a levando para dentro do banheiro.

– Jonathan!!! - Molly gritou e se agarrou em meu pescoço.

Coloco Molly sentada sobre a bancada da pia e atacou seus lábios mais uma vez, em um beijo devorador. Ela por sua vez, gemeu quando comecei a me esfregar em sua b0cet@ por cima do shorts de tecido que está usando.

– Jonathan... - Molly gemeu desesperada e segurou minha camisa com força.

Com agilidade começo a arrancar as nossas roupas com rapidez. Pego novamente Molly no colo, a mesma estremeceu quando pressionei meu membro na sua b0cet@.

– Agora é você quem está me provocando. - Molly sussurrou com a voz rouca.

Sorri maroto para ela e beijei seus lábios, andou com a mesma até que sua costas fique encostada no azulejo, dou um jeito de abrir o registro. A água caiu sobre as nossas cabeças, Molly gemeu de prazer e suspirou contra meus lábios ao apreciar a água morna que cai em nossos corpos. Rompi o beijo para que ela pudesse respirar, mas logo voltamos a nos beijar desesperadamente, a mão da mesma passa pelo meu corpo até chegar em meu membro e o guiou para sua entrada.

Precioso seu corpo contra a parede e entro dentro dela com lentidão, gememos juntos e estremecemos. Aprecio cada centímetro do seu canal v@gin@l.

Nós nos amamos com lentidão, com amor e cumplicidade.

 

_ Quebra de Tempo _

 

10:15 AM

Molly saiu primeiro para que eu pudesse tomar um banho decente. Assim que termino, desligo o registro e saio do chuveiro com a toalha enrolada na cintura, vou para a quarto e para no lugar ao ver Molly só de roupa íntima preta na frente do espelho comprido secando o cabelo com o secador que tinha comprado para ela pudesse usar quando quiser.

– Vá vestir uma roupa logo. Se não chegarmos muito tarde em Seattle. - ela disse ao desligar o secador de cabelo.

Não digo nada e faço o que ela me pediu, vou para meu closet e me vesti. Não demorou muito para me vestir. Escolhi uma calça de linho preto e um suéter verde.

Enquanto me arrumava, pensei em levar Molly a um restaurante para um encontro romântico, apesar de não poder comer, quero ter um momento romântico para mim. Então, reservei um lugar bem bonito para nós dois.

– Espero que esteja pronto. - Molly disse no quarto.

Guardei o celular no bolso da calça e saiu do closet. Ao sair fico impressionado com a beleza da minha companheira. Molly está com uma calça bege de tecido parecido com a minha calça, uma blusa marrom e sapatilha branca elegante nos pés. Seus cabelos estão soltos e levemente ondulados.

–Eu sei. Estou maravilhosa. - Molly diz nada modesta e ri.

– Nem um pouco modesta. - acusei.

– Sou apenas sincera. - Molly disse dando de ombro.

Ri e vou até ela, lhe dei um selinho. Olhei no fundo dos seus olhos.

– Te amo. - sussurrei próximo aos seus lábios.

Molly me olhou profundamente e sorriu.

– Te amo, muito mais. - Molly disse.

– Isso é impossível, pois eu te amo muito, muito mais. - falei e antes que discordasse comigo, beijo seus lábios.

Molly sorriu durante o beijo e rompeu antes que avançássemos mais do que beijos.

– Desse jeito não vamos sair daqui. - Molly murmurou com a voz rouca.

– Tem razão. Não vou conseguir resistir a minha joaninha gostosa. - falei galanteador e beijo a ponta do seu nariz.

– Seu bobo. - Molly cantarolou.

Sorrio e lhe dou mais um selinho. Saímos do quarto e descemos as escadas, notamos que não tinha ninguém.

– Acho que eles saíram. - Molly comentou.

– Deve ser. - murmurei e torci o nariz.

Não queria imaginar o que eles estão fazendo.

– Bom... Vamos? - Molly perguntou. - pensei em irmos ao cinema. - murmurou.

– Tudo bem. - concordei e sorri. - mas antes tenho uma surpresa para você. - falei sendo misterioso.

– Ah... não, Jonathan. Sabe que odeio surpresas. - Molly resmungou e ficou emburrada.

Me seguro para não rir do seu drama.

– Você não gosta de não ter o controle das situações. - acusei e sorri-o.

Molly ficou quieta, mas me olhou mortalmente, a mesma se afastou de mim e saiu de dentro de casa. Sigo a mesma que está indo na direção do carro.

– Não fique assim, amor. Quero apenas fazer uma surpresa. - falei indo até a mesma. - vou apenas lhe levar a um lugar que espero que goste. - digo sussurrando em seu ouvido.

Os pelos de sua nuca se arrepiaram todos, me sinto vitorioso por ter lhe causado isso.

– Tá legal. Me leva para esse tal lugar... - Molly diz e se virou para mim.

Molly beijou meus lábios apaixonadamente e rompe o beijo, ela vai até o carro e entra no passageiro, isso me faz rir ao ver em seus lábios um biquinho emburrado.

– Crianças! - Vó chamou nossa atenção.

Viro-me para olhar para a mesma, escuto a porta do carro se abrir. Percebo algo que tem em sua mão, Vó segurava uma bolsa preta média em sua mão direita.

Franzi o cenho.

– Porque não tirem uns três dias de folga. Amanhã farpa sol e os outros não irão ao colégio. - Vó disse.

Fico em silêncio, não queria tomar uma decisão sozinho.

– É uma excelente ideia. - Molly diz e toca levemente meus dedos, mas passa por mim e vai até minha avó. - quando o sol voltará? - perguntou para a mesma.

Vó sorriu.

– Alice ligou e não deu uma certeza, mas na terça ou na quarta. - Vó respondeu.

– Tudo bem. - Molly disse e sorri.

Molly beijou a bochecha da minha avó e veio até mim.

– Vamos, meu amor? - Molly perguntou sorrindo.

 

10:48 PM

Ela pega novamente a minha mão e logo solta. Olhei para minha avó e sorri em agradecimento. Dou a volta no quarto e entro no mesmo, sento-me no banco do motorista, ponho o cinto e ligo o carro. Saio da propriedade e pego a estrada para Seattle.

– Ficará chateado se eu dormir um pouco? - Molly perguntou.

Olhei para a mesma.

– É claro que não me importo. - falei e seguro a sua mão. - durma um pouco, joaninha. - digo.

Molly sorriu e não demorou muito para a mesma pegar no sono, sabia que a mesma estava cansada.

 

 

 

 



Capítulo 61

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