E.A.: Capítulo 74, Ligação Inesperada +18

Pov. Narradora

 

 

[2 Dias Depois]

 

 

 

4th Outubro, 6:08 AM

Alguns raios de sol ultrapassam a pequena fresta da cortina parando na cama onde Molly e Jonathan dormem profundamente e de conchinha. Molly resmungou quando seu celular começou a soar o som de patos, a mesma rosnou e esticou o braço para alcançar o celular.

Molly atende e põem o celular na orelha.

 

_ Ligação On _

– Acho bom ser muito importante, Herondale. - Molly diz com a voz rouca de sono.

– Desculpe acordá-la. - Jace murmurou um pouco nervoso. - mas é importante. - diz.

Molly resmungou. Jonathan chega mais para perto de si e enfia seu nariz na curvatura de seu pescoço.

– O que aconteceu? - Molly perguntou sonolenta.

– Estamos com problema com os vampiros e os lobos. - Jace disse. - além do mais, os demônios estão com tudo. - murmurou. - sei que tirou um tempo, mas precisamos de ajuda. - pediu.

Molly resmungou.

– Mas que inferno. - Molly murmurou e se levantou. - porque que tem que ser eu a ir? - questionou. - Jia e Robert precisam mandar mais Nephilim para o instituto. - reclamou.

Jace suspirou.

– Eu concordo. Maryse fez a petição, mas Jia disse que no momento não tem caçadores para serem transferidos. - Jace disse.

Molly suspirou.

– Quando tenho que ir? E quanto tempo preciso ficar? - Molly perguntou.

– Até Domingo. - Jace respondeu.

– Sábado. - Molly murmurou. - é pegar ou largar. - falou.

– Tudo bem. - Jace concordou.

– Você me deve uma. - Molly disse.

– O que quer? - Jace perguntou.

Molly ficou pensativa.

– Vou pensar o que vou querer em troca. - Molly disse. - vou de avião e deverei chegar apenas amanhã. - falou.

– Porque não vem de portal? - Jace perguntou.

Molly rosnou.

– Você está querendo demais Jace. E não é da sua conta. - Molly esbravejou.

_ Ligação Off _

 

6:16 AM

Molly desligou o celular na cara de Jace, sem deixá-lo responder, a mesma deixou o celular na cabeceira e voltou a deitar na cama, ela abraça Jonathan que a aconchegou em seus braços.

– Você vai para New York. - Jonathan murmurou e apertou Molly.

Molly resmungou e se enfiou mais em seus braços.

– Vou. - a mesma murmurou e suspirou.

Jonathan beijou o topo da sua cabeça.

– Sabe que continuarei aqui te esperando? Não sabe? - Jonathan questionou.

Molly levantou a cabeça para olhá-lo.

– Eu prometo voltar. - a mesma diz olhando nos olhos dele. - vou tentar voltar na Sexta para chegar no Sábado, mas se não conseguir, apenas vou chegar no Domingo. - diz.

Jonathan sorri e beija os lábios de Molly, o mesmo muda as posições e fica por cima dela. Os dois já estavam sem roupa e não demorou muito para se amarem ardentemente. Ele a penetra em uma única estocada, fazendo com que gemessem juntos.

– Tão apertada. - Jonathan diz trincando os dentes.

– Não pode reclamar. Você está me deixando doida. - Molly diz para descontrair.

Molly consegue mudar as posições dos dois, a mesma começa a subir e descer em seu membro. Jonathan põem suas mãos na cintura dela e a ajuda com os movimentos.

Em um momento, Jonathan sai de dentro dela e a põem de quatro, o mesmo não a penetra de volta, apenas esfrega seu membro em seu clitóris.

– Pare de me torturar. - Molly resmungou e fez menção de pegar em seu membro.

Jonathan a impede forçando ela a pôr sua mão espalmada na cama.

– Implore... - Jonathan comandou em um sussurro no pé de seu ouvido e sem deixar de se esfregar.

Molly gemeu e movimentou o quadril para ter mais acesso, mas recebeu um tapa na bunda, não muito forte, desferido pelo mesmo. Ela geme um pouco mais alto.

– Por favor... - Molly pediu em um soluço desesperado.

– Por favor, o que? - Jonathan perguntou para provocá-la, ele mordiscou o lóbulo da orelha dela.

Molly gemeu.

– Me fode. - a mesma pediu. - me faça goza...

Jonathan rosnou e nem a deixou terminar, o mesmo entrou dentro dela com força. Os dois gemeram em um rosnado. Ele se levanta, ficando de joelhos na cama e começou a fodê-la com velocidade e força, a mesma revirou os olhos de prazer assim que Jonathan segurou seus cabelos em um rabo de cavalo.

– Mais... forte... - Molly pediu com dificuldade e logo gemeu.

Jonathan gemeu e realizou o pedido da mesma, ele aumentou a força, mas não o suficiente para machucá-la. Ele percebeu a vontade de mordê-la outra vez e isso o fez encostar seu abdômen nas costas dela.

– Tenho vontade de lhe marcar outra vez. - Jonathan diz em um rosnado no ouvido da mesma.

Ele cerra os dentes para não cometer tal ato

– Me... marque... - Molly diz com a voz rouca. - são... seus... instintos. - gemeu e revirou os olhos ao perceber que estava quase chegando.

Jonathan sentiu seu pau sendo esmagado pelas paredes vaginais de Molly e sabia que a mesma estava quase lá, não somente ela, mas o mesmo também está quase chegando ao seu ápice. Com um rosnado possessivo, ele aumenta a velocidade das estocadas e quando soube que Molly chegaria ao ápice naquele momento, Jonathan morde quase abaixo da axila e dá sua última estocada que os levou a um orgasmo intenso e delicioso.

Segundos se passaram e a respiração dos dois é pesada. Jonathan é o primeiro a conseguir se normalizar e antes de sair dentro dela, o mesmo lambe o local da mordida.

– Você está bem? - Jonathan perguntou preocupado e saiu lentamente de dentro dela.

Ele a deita na cama de frente para si com cuidado e tira alguns fios de cabelo do rosto dela. Molly sorri para o mesmo e o puxa pela nuca para grudar seus lábios.

– Estou maravilhosamente bem. - a mesma respondeu com um lindo sorriso nos lábios.

Jonathan ainda a olha preocupado, mas suspira.

– Fui um pouco intenso com você. - ele diz receoso em olhar para o corpo dela e ver que tem algum machucado que tenha feito nela.

Molly sorri e põe sua mão esquerda no rosto dele.

– Estou bem. Não tem que se preocupar, meu amor. - a mesma murmurou. - e com relação a mordida. É normal o casal sentir a necessidade de marcá-lo, principalmente quando um deles se afastará por um tempo. - diz.

Jonathan olha para os olhos dela.

– Mesmo? - ele perguntou.

– Sim. - Molly confirmou. - apesar disso não estar escrito nos livros, terá algumas ocasiões que sentiremos a necessidade de marcar um ao outro para denominar território. - explicou. - mesmo que você não seja um Lupino. Os seus instintos estão em sincronia com os meus. - diz.

– Certo. - Jonathan murmurou a trazendo para mais perto de si.

Molly se aconchega nos braços de seu companheiro e solta um bocejo. Jonathan acaba sorrindo com a ação da amada.

– Descansa um pouco. Ainda está cedo. - o mesmo murmurou.

Molly não disse mais nada, apenas bocejou mais uma vez e fechou os olhos. Não demorou muito para a mesma dormir.

 

 

 





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